25 de jul. de 2013

#5 A Bíblia e seu significado (Parte 2) 

Quando observamos o Papa, suas ações e sua imagem tão forte, mesmo nos dias atuais (mas que para mim é destituída de significado, que não o de presidente de uma multinacional) não passa por nossas cabeças o porquê de não poder estar em seu lugar uma mulher. São questões assim, o papel da mulher na igreja (já que, afinal, elas também são fiéis e contribuem com o dízimo), o aborto, a homossexualidade, o celibato dos padres, o uso de preservativos e os escândalos sexuais que deveriam estar sendo debatidos fervorosamente pela instituição, que tenta a todo cuso promover uma falsa modernidade perante seus seguidores por meio de contas em microblogs ou uma postura mais aberta, de "quebra de protocolos", termo que andam usando, por parte de seu presidente.
A preocupação do "santo padre" com os jovens sem trabalho, por exemplo, antes de social é política, pois é o mesmo que dizer "Olha, estamos vendo o que está acontecendo no mundo!". Essa postura, caso fossem folhear seu livro para procurar como tomá-la,  estaria equivocada, já que as questões internas se sobrepõe às externas ao longo da história da igreja e é isso que está impresso em seu livro.
Enfim, vejo nesse Papa, apesar de não seguir sua religião (nem qualquer outra) como uma luz no fim do túnel. Alguém que pode ser capaz de mudar a forma criticável como a Igreja Católica trata de assuntos relevantes, mas que tenta não mexer, já que se aceitar discuti-los, poderá perder fiéis e caso não discuta, perderá fiéis para outras que discutem. Ele, a meu ver tem habilidade e inteligência o suficiente para resolver esse dilema e trazer para o século XXI quem ainda insiste em viver em épocas D.C. A culpa disso tudo é da própria Bíblia, pouco flexível, que aprisiona conceitos e como um escudo velho que resistiu a tantas batalhas, tentará vencer mais essa.

Nenhum comentário: